Apenas para abrir o apetite para Transformers…

Junho 30, 2007 às 11:18 pm | Publicado em Cinema, Estreias | Deixe um comentário

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Apenas umas dicas soltas para não adiantar em demasia…

Sim, é Michael Bay e nota-se (no heroísmo americanizado e em mais umas quantas situações)…

Sim, a adaptação é boa e leva-nos de volta aos desenhos animados (com direito a “I am Optimus Prime” e a “Autobots, roll on!”)…

Sim, é um sério candidato a blockbuster do Verão…

Fico por aqui até Quinta-feira.

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Uma lista a reter…

Junho 30, 2007 às 10:14 pm | Publicado em Cinema | Deixe um comentário

O The Guardian publicou uma lista a ter em conta. Não é uma experiência inédita mas é sempre agradável quando novos levantamentos se nos apresentam.

Para dar uma vista de olhos ou para seguir à risca, aqui fica a lista dos 1000 filmes para ver antes de morrer.

A Rapariga Morta: Para respirar dos filmes de Verão

Junho 28, 2007 às 8:17 pm | Publicado em Cinema, Estreias | 1 Comentário

Aqui ficam algumas considerações sobre este filme que, infelizmente, me parece que não vai ser alvo de muita exposição. É que, meus amigos, isto é bem jeitoso.

Uma rapariga morta. A última coisa que viu foi o céu e as árvores. Alguns caminhos profundamente alterados pela rapariga. Não pela sua vida, mas pela sua morte. A Rapariga Morta recolhe pontos de inspiração e alia-os aos ideais da realizadora. Se quiserem, é uma espécie de 21 Gramas que encontra Sete Palmos de Terra e incide sobre o retrato feminino. No fim de contas, o que mais fica é o facto de ser uma bela surpresa de Verão sem a futilidade e a rapidez do formato quente tão comum por estas alturas.


Um cadáver é encontrado disposto de forma quase poética por uma mulher de face envelhecida e de semblante de tristeza reconhecível. A câmara acompanha-a como se o cenário se tratasse de um quadro expressionista, passo a passo, até ao total reconhecimento da figura central do filme de Karen Moncrieff. É esta a primeira pessoa a quem a rapariga morta vai tocar: a estranha. Uma mulher alienada pressionada pela sufocante mãe que, depois do encontro, decide libertar-se e seguir em frente.


Para além da estranha, o filme anuncia-nos as mudanças de personagem com designações tão claras como «a irmã», «a esposa», «a mãe» e, claro, o mote para o ciclo, «a rapariga morta». O ecrã insiste em ir a negro e demarcar os blocos para que confusões não existam. Os capítulos são, tal como todo o filme, um statement à volta do conceito de libertação.


A estranha liberta-se da opressão, a irmã do passado, a esposa vê-se livre do marido e a mãe afasta-se da mentira. Todos são de alguma forma influenciados por aquele corpo que, sem o saber, está a dar origem a uma epifania que encontra em comum apenas o motivo mas, no entanto, não se cruza mais, nem tenta inventar razões para ligar todas as narrativas. Todos os retratos trazem-nos à memória a forma como Alejandro Gonzalez Iñarritu estruturou 21 Gramas e os dilemas tantas vezes rodeados em Sete Palmos de Terra. Tudo joga bem, sem exageros nem imitações desinspiradas.

As escolhas devem-se à dona da fita, Karen Moncrieff que, quer pelo seu percurso, quer pelos seus princípios, acaba por criar mais uma das suas peças de reflexão. Moncrieff realizou, ela própria, um episódio da série da HBO e conta já com um caminho «escuro» no cinema (dirigiu Blue Car), cheio de temáticas duras e representações femininas. De certo modo, ela é uma activista pelos direitos das mulheres. Esta é a maneira que encontra para o demonstrar.

Em A rapariga morta os homens são secundários. São as mulheres quem toma o protagonismo e é por elas que os problemas passam e são ou não solucionados. The Dead Girl é uma pausa nos filmes sem pretensão profunda que têm invadido as nossas salas de cinema, como sempre, nesta época de férias. Mal não vem ao mundo com essa avalancha de fitas mas sabe bem parar para saborear um argumento consistente e reflectivo que ainda por cima é acompanhado por uma câmara intrusiva e intimista.

A não perder também são as interpretações deste elenco portentoso que reúne a versátil Toni Collette, a recém descoberta Rose Byrne, a sempre irrepreensível Marcia Gay Harden, nunca esquecendo uma Brittany Murphy (a dita rapariga morta) que consegue surpreender os mais cépticos.

Se conseguirem resistir ao regresso a John McClane ou se vos sentirem com disposição para duas sessões seguidas, não percam a oportunidade de o ver. Provavelmente vai passar despercebido mas é um forte candidato a melhor estreia dos últimos tempos. Aqui, morte só a necessária e no ecrã. O filme, esse, tem vida para guardar.”

Veio da casinha verde a que vos começo a habituar, claro.

Tabela de Estreias CN

Junho 28, 2007 às 8:12 pm | Publicado em Cinema, Tabela de Estreias | Deixe um comentário

Cá vai a já habitual tabelinha de estreias, cortesia do caro Knoxville, dono do Cinema Notebook. Desta feita, com STOPS.

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Acabo de Ver…Shrek, o Terceiro

Junho 26, 2007 às 11:16 pm | Publicado em Acabo de Ver, Cinema, PodCast | Deixe um comentário

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25/06/07 – Shrek, o Terceiro: O regresso do ogre verde, da princesa grosseira, do gato e do burro numa versão menos acutilante.  Algum esgotamento nas ideias e no humor. A reunião de personagens queridas.[odeo=http://odeo.com/audio/13354813/view] Download

Porque o tempo escasseia e as ideias crescem…

Junho 25, 2007 às 10:47 pm | Publicado em Blog, Cinema | Deixe um comentário

Como já devem ter notado, é pouco o tempo para actualizar a página de nome Calendário que estava ali no nível superior. Por essa razão, mas também porque calendário de estreias existe em quase todo o lado, decidi fazer um upgrade no Elite.

A página Calendário foi substituída por uma tab com a designação Cine-Encontros. A ideia é que, todas as semanas, eu deixe anotado, se quiserem sugerido, um acontecimento ligado às andanças da sétima arte.

Espreitem o desta semana. Na próxima há mais.

O novo trailer da família amarela mais incisiva da América

Junho 25, 2007 às 8:02 pm | Publicado em Cinema, trailers | Deixe um comentário

A água vai crescendo na boca e os trailers vão aumentando. Os meus olhos passaram hoje pela nova amostra de The Simpsons Movie e, claro, resolvi partilhá-la convosco.

Aqui fica. Gosto particularmente do “da da da da” a acompanhar a tradicional música da 20th Century Fox.

Tarantino segue com Kill Bill

Junho 25, 2007 às 7:33 pm | Publicado em Cinema, Notícias | 2 comentários

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O excêntrico-genial Quentin Tarantino decidiu retomar a história da assassina mais directa e mortífera do universo do crime organizado.

O realizador vai filmar Kill Bill 3 e 4 na China e o produtor, Bennet Walsh, revelou alguns pormenores sobre a trama.

Na terceira parte, dois matadores que já foram alvos da crua Beatrix Kiddo voltam para se vingar. Por sua vez, o quarto filme trará duas filhas que vão querer vingar a morte da mãe.

Estarei à porta do cinema assim que chegarem.

A que se deveu a ausência…

Junho 25, 2007 às 7:25 pm | Publicado em Blog | Comentários Desativados em A que se deveu a ausência…

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A culpa é do S. João. Na Sexta-feira rumei até ao Porto e só ontem bem à noite regressei. Por essa razão, não pude pôr as minhas mãozinhas neste belo estaminé.

Agora estou de volta, em força.

Citizen Kane: o melhor filme da história dos EUA

Junho 21, 2007 às 10:09 pm | Publicado em Cinema, Clássicos, Notícias | 5 comentários

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Tantas horas passadas na companhia de Charles Foster Kane e da sua “Declaração de Princípios” enquanto fazia a minha abençoada (ou não) tese…

Um painel de críticos, historiadores e especialistas criaram uma lista para atribuir classificações aos melhores filmes de todos os tempos.

O filme de Orson Welles conseguiu, pela segunda vez nesta década, ficar na posição de topo.

De entre a lista, há apenas quatro lançados na última década: o meu adorado O Senhor dos Anéis: a Irmandade do Anel; o fabuloso conflito de Spielberg, Saving Private Ryan; a catapulta de Shyamalan, O Sexto Sentido e, com este que aí vem tenho de discordar, Titanic.

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