Se por alguma irracionalidade ainda não o fizeram, vejam Memento

Fevereiro 1, 2007 às 3:27 pm | Publicado em Cinema | 6 comentários

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Ainda anda por aí nas salas de cinema o novo filme de Christopher Nolan, The Prestige (já falei dele no Acabo de Ver), mas hoje, e só porque me apetece, vou falar de Memento, o terceiro filme do realizador mas o primeiro que o deu a conhecer.

Para os que ainda não tiveram o prazer de ver a fita em questão, Memento é uma história frenética sobre o tema favorito de Nolan: a obsessão. Neste caso, uma obsessão essencial para um homem que sofre de algo muito invulgar: não conserva memória a curto prazo.

Se não vivesse com a fixação de ter no corpo a sua história, talvez não pudesse ser gente. Nolan explora os males da não existência de Leonard (o personagem bem construído por Guy Pearce) e guia o expectador na análise sobre os limites do auto-controlo.

O filme tem uma estrutura variada: é, em dadas alturas circular, noutras (na maioria) em analepse, com constantes e rápidos flashbacks mas, é sempre vista através de vários olhares. Confunde para depois esclarecer tudo no final com twists dignos de Shyamalan (talvez superiores).

Memento
é OBRIGATÓRIO. Vão ainda hoje a um clube de vídeo, aluguem-no e, a seguir, passem pelo cinema para ver The Prestige. Garanto-vos que vão pôr os dois na vossa lista de filmes preferidos. Da minham constam. Para o arquivo do Elite Criativa, o trailer.

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6 comentários »

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  1. Da minha também consta o Insomnia. Quanto ao Memento ser o terceiro filme do Nolan, acho que estás enganada. Antes do Memento penso que ele só realizou uma outra longa-metragem.

  2. Viva, Guybrush! Antes do Memento, ele realizou dois filmitos: Doodlebug em 1997 e Following em 1998. 🙂

  3. Oi. Desculpa ser chato, mas o Doodlebug é uma curta. -_-

  4. Ah, ok. Então já aprendi alguma coisa. Só vi os filmes dele a partir do Following mas pensava que o Doodlebug também fosse uma longa-metragem. De qualquer maneira faz parte da obra do senhor. Obrigada pelo esclarecimento. 🙂

  5. De nada. Peço perdão pela excessio preciosismo… 😉

  6. Porra!: “pelo excessivo”…


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